






"Registrem-se dois fatos curiosos e que merecem divulgação.
O primeiro ter o pinto Pernambucano. Zuleno Pessoa, um dos mais credenciados
pintores do Nordeste, presenteado, ao Teatro de Amadores de Pernambuco um
quadro, para ser o mesmo posto em cena, quadro esse que se torna eixo no entrecho
da peça. O segundo ter o Senhor Raimundo Pinheiro, grande amigo do
TAP, presenteado um lustre de cristal para valorizar e ornamentar a cena.
Dois gestos que a Diretoria do TAP sempre procurou registrar.
| Alfredo de Oliveira | Bruno Darvet Stuart |
| Reinaldo de Oliveira | Walter Darvet Stuart |
| Vicentina Freitas do Amaral | Joana |
| Antônio Brito | Mollinot |
| Dina de Oliveira | Denise Darvet Stuart |
| Janice Cantinho Lôbo de Oliveira | Marina Darvet Stuart |
| José Maria Marques | Roberto Douchemim |
| Walter de Oliveira | Sir Michael Normam |
| Otávio da Rosa Borges | Ian Lerzaresko |
| Adhelmar de Oliveira | Felipe Revel |
| Cecy Cantinho Lôbo | Sra. Douchemim |
| Nair Brito | Helena Douchemim |
FICHA TÉCNICA
Cenário:
Valdemar de Oliveira
Execução dos cenários: Alceu Domingues Esteves
/ Aluísio de Santana
Contra regra: Francisco Miranda
Caracterização: Alderico Costa
Eletricista: Aníbal Mota
Produção: Teatro de Amadores de Pernambuco
CRÍTICA E COMENTÁRIOS
"..Excelente é
a peça "OS FILHOS DE EDUARDO", em três atos de Marc
Gilbert Savajon, numa tradução de Renato Alvim e Mário
da Silva , que o Teatro de Amadores de Pernambuco, sob direção
de Valdemar de Oliveira , escolheu para celebrar os 15* aniversário
do TAP." Em outro artigo: "Há um trabalho satírico
de Sauvajon, momentos de deliciosa comicidade e espirituosa malícia.
Toda a gente que compõe o "café-society" está
bem retratada, com os seus "hobby", detestando a música
de câmara, adaptando-se aos requebros do "Swing". Nada de
Bach, nada de Mozart, nada de arte. Para que? Aparentemente a peça
é amoral, mas o autor, na verdade, quis satirizar a sociedade do
nosso tempo, criando situações imprevistas e dando ao seu
trabalho o sabor marcante e imcomparável do Teatro ligeiro francês."
Em outro artigo prossegue analisando o espetáculo: "A direção
do TAP soube escolher um trabalho digno para comemorar o seu 15* aniversário
de fundação. Os aplausos vibrantes da assistência, no
final do 3* ato, atestaram plenamente a nossa assertiva de que o espetáculo
corresponde à expectativa."
Adeth Leite, no Diário de Pernambuco




