






| Alfredo de Oliveira | Polly |
| Lins Marques | Tilly |
| Adhelmar de Oliveira | Briquet |
| Otávio da Rosa Borges | Mancini |
| Fernando Simões Barnosa | Tomás |
| Diná de Oliveira | Sinida |
| Herci Lapa de Oliveira | Angélica |
| Sebastião Vasconcelos | Ele |
| José Maria Marques | Jackson |
| Geninha Sá da Rosa Borges | Consuelo |
| Alderico Costa | Besane |
| Antônio Brito | Barão |
| Reinaldo de Oliveira | Senhor |
| Cussy de Almeida | Músico |
| Vicentina Freitas do Amaral | Artista |
| Iolanda Marques | Artista |
| Janice Cantinho Lôbo | Artista |
FICHA TÉCNICA
Figurino: Janice Cantinho Lôbo
Guarda roupa: Geninha Sá da Rosa Borges
Maquinista: Alceu Domingues Esteves / Aluísio Pereira
de Santana
Eletricista: Aníbal Mota
Iluminação: Reinaldo de Oliveira
Som: Reinaldo de Oliveira
Modista: Albertina
Alfaiate: Praxedes
Aderecista: Chico
Produção: Teatro de Amadores de Pernambuco
CRÍTICA E COMENTÁRIOS
Um espetáculo onde a crítica andou em altos e baixos. Muitos elogios e muita críticas severas. Todas elas com referência ao texto, a própria história. Nunca com relação ao elenco, sempre elogiado.
É uma peça que baila no ar, alegremente,
à espera de que alguém a complete. É um organismo sem
um pulmão. Cheira a dramalhão Mexicano (cinema). É
um argumento, em suma, muito pretensioso, mas que paira à superfície.
Vulgar. Banal, ruim.
Anagelo de Agostini
Um espetáculo vistoso. Otávio Cavalcanti
Bem disse Valdemar. O que leva as bofetadas
não é para todo mundo. Não lhe aprendi a beleza escondida,
a sutileza dos gestos não feitos, das palavras não ditas.
Talvez, de todas as peças levadas pelo TAP, e por mim assistidas,
foi a que menos me tocou. Claro que não me refiro ao desempenho dos
artistas. Achei Geninha e Sebastião Vasconcelos no final e adirei
o extraordinário talento de Dona Diná, fazendo aquele papel
de domadora de feras, com um jeito mesmo de mulher dominadora, acostumada
a subjugar até os homens. Mas, francamente, pareceu-me a tragicomédia
daquela gente, muito fragmentada, sem um elo forte de realidade, qualquer
coisa no ar. A Janice é que deve estar muito feliz. Os figurinos
por ela desenhados, as cores e motivos escolhidos, a graça e magnificência
do guarda-roupa, só eles constituíram um espetáculo.
E tenho para mim a impressão grandiosa de - O maior espetáculo
da terra - estragou um bocado a emoção por mim sentido com
O que leva as bofetadas.
Isnar de Moura.
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Otávio,
Alderico, Alfredo e Lins
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Fernando,
Adhelmar e Otávio
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Geninha
e Sebastião Vasconcelos
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Geninha
Rosa Borges
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