






| Otávio da Rosa Borges | Homem |
| Margarida Cardoso | Mulher |
| Carlos Eduardo Santos | Menino |
| Walter de Oliveira | Rapaz |
| Reinaldo de Oliveira | Capanga |
| Alderico Costa | Marido |
| Diná de Oliveira | Mulher |
| Geninha Sá da Rosa Borges | Filha |
| Clovis de Almeida | Filho |
| José Maria Marques | Noivo |
| Adhelmar de Oliveira | Fazendeiro |
| Paulo Alcântara | Filho do Fazendeiro |
| Alfredo de Oliveira | Filho do Fazendeiro |
| Valdemar de Oliveira | Tio Velho |
FICHA TÉCNICA
Cenário: Mario Nunes
Maquinista: Alceu Domingues Estevão
Sonoplastia: Reinaldo de Oliveira
Contra regra: Francisco Miranda
Eletricista: Aníbal Mota
Produção: Teatro de Amadores de Pernambuco
CRÍTICAS E COMENTÁRIOS:
"É obra de valia, pelo conteúdo e espírito, pela
urdidura e áspero sabor dramático a peça de Valdemar
e Aristótles. Figura em lugar destacado, entre as várias peças
de mérito real, criadora de um teatro nosso, genuinamente brasileiro."
Mário Nunes - Jornal do Brasil
"A trama dos dois atos é forte e bem urdida; os personagens
verídicos e otimamente desenhados; as falas, apropriadas e expressivas"
Brutos Pedreira - Manchete
Comemorando os 11 anos de atividade.
Notas:
Foi levada à cena, pela quarta vez,
no Santa Isabel, em 29 de novembro de 1952.
Alfredo de Oliveira foi substituído por
Sebastião Vasconcelos ( Paulo Alcântara.)
Foi levada à cena no Teatro Regina ( Teatro Dulcina )
no Rio de Janeiro, numa temporada
em 29 Janeiro de 1953, com o mesmo elenco,
sob os auspícios do Serviço Nacional de Teatro.
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Walter,
Carlos e Reinaldo
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Walter,
Carlos e Reinaldo
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Adhelmar,
Clovis Almeida, Diná, Valdemar e Alderico
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Margarida
Cardoso e Otávio
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Alderico,
Geninha e Diná
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Valdemar
e Geninha
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