







LUIZ MARINHO
Luiz Marinho Falcão
Filho, pernambucano de Timbauba, ingressou na Caixa Econômica Federal
aos 17 anos, lá permanecendo como alto funcionário até
a sua aposentadoria. Recebeu forte influência dos seus pais, que muito
concorreram para seu bom gosto pelas artes. Desde pequeno gostava de prestar
atenção as histórias que eram contadas à

beira do fogão de sua casa, no interior e já nessa época,
sua imaginação fértil denotava forte inclinação
para as letras, que viria desenvolver e consolidar-se, mais tarde, através
do Teatro. Escreveu várias peças, que merecidamente obtiveram,
sem exceção, o mais absoluto sucesso, conquistaram todas,
vários prêmios, dentre eles, os da Academia Brasileira de Letras,
Governador do Estado da Guanabara, Samuel Campelo, União Brasileira
de Escritores e Molière.
"A incelença" além de ser agraciada com um prêmio
na Colômbia, foi destacada para representar o Brasil num Festival
de Teatro na França. São também de sua autoria: "Viva
o cordão encarnado", " A afilhada de Nossa Senhora da Conceição,
" A derradeira ceia", "A promessa", "A estrada"
e " Foi em dia" ainda inédita. Foi porem com "Um sábado
em 30", pelo Teatro de Amadores de Pernambuco, com direção
de Valdemar de Oliveira, que conquistou os maiores elogios da crítica
e que se manteve em cartaz durante 30 anos seguidos (um recorde no Brasil
), com Diná de Oliveira como Sá Nana. Com o acidente que a
impediu de representar, o espetáculo foi mantido fora de cartaz durante
quatro anos, voltando em 1998 e se mantendo, anualmente, em cartaz, até
os dias de hoje. Percorreu praticamente todas as principais cidades Brasileira,
sempre com o elenco do TAP.
Dele o Teatro de Amadores
de Pernambuco encenou "UM SÁBADO EM 30", estreada no dia
8 de julho de 1963, com direção de Valdemar de Oliveira, e
levada à cena no Teatro de Santa Isabel.. Também, do mesmo
consagrado autor, foi encenada "A AFILHADA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO"
e a "A INCELENÇA", em um único espetáculo,
com direção de Valdemar de Oliveira, tendo com assistente
Reinaldo de Oliveira, e que subiu à cena no dia 23 de agosto de 1973,
no "Nosso Teatro". Outro enorme sucesso foi "A PROMESSA",
que teve a direção de Geninha da Rosa Borges e levada no Teatro
Valdemar de Oliveira no dia 6 de outubro de 1983. Ainda, do mesmo autor,
no ano de 1995, sobe à cena "A ESTRADA", em 3 atos, cada
um deles focalizando uma história de retirantes, sendo o primeiro
"Drama", dirigido por Renato Phaelante; o segundo "Tragédia",
tem em sua direção Geninha da Rosa Borges, ficando o terceiro
ato "Comédia" sob a direção de Rogério
Costa. Foi encenada no Teatro Valdemar de Oliveira.

